Universidades Corporativas

Se você tem uma empresa ou é chefe de uma grande instituição, certamente um setor de muita importância é o de treinamento e desenvolvimento de pessoal. Tanto as empresas quanto as instituições querem ser perenes e precisam ser produtivas e seus processos e ações devem estar sdequados à realidade atual.

 T&D TEM QUE EXISTIR NO PLANEJAMENTO

Como se diz: “aprender com o passado, prosperar no presente, mirar no futuro”.

Mas, às vezes, você não está satisfeito com o seu setor ou com suas políticas de T&D. Que tal revisarmos alguns conceitos?

ANDRAGOGIA – porque seus colaboradores e parceiros não são crianças – a abordagem educacional deve ser diferente.

A Andragogia é a condução da educação do adulto. A característica mais marcante e que é decisiva para o planejamento de T&D é a percepção de que o adulto não aprende como a criança, sua educação é de mais difícil condução: a literatura demonstra que ele aprende o que precisa ou o que quer aprender.

O Design Instrucional dirigido para o adulto deve prever que ele tenha a necessidade do conhecimento ofertado e, em alguns casos, criá-la. Exagerando um pouco, pode ser algo ao estilo Steve Jobs: “eu não invento o que as pessoas querem, eu invento coisas que elas vão querer, muito!”

CULTURA DO SABER – porque nem todo mundo gosta de estudar e quem não estuda não aprende, e quem não aprende, tende a errar mais.

Um resultado pretendido com a implementação ou intensificação das estratégias educacionais é a sedimentação individual da cultura do saber. A criação do gosto pelo aprendizado constante só pode ocorrer se houver um aumento na oferta de acesso ao conhecimento e de forma sistematizada e controlada, de maneira que haja ambiente propício para a devida gestão do conhecimento.

Demanda sem oferta leva a inconformidades sucessivas, oferta contínua supre e amplia as demandas, pois não há criatividade sem conhecimento – aliás Criatividade será o tema de uma de nossas matérias.

GESTÃO DO CONHECIMENTO – porque conhecimento é poder – de realizar mais e melhor.

Resumidamente é o efetivo controle de todo o conhecimento existente na empresa ou instituição, quais as pessoas que tem acesso a ele, quem são os expoentes que podem ser aproveitados como conteudistas.

A Gestão do Conhecimento permite à Administração mapear seus especialistas e distribuir estes conforme a necessidade, bem como permite ao Sistema de T&D ofertar mais acesso ao conhecimento às áreas mais necessitadas. (uso metodicamente ponderado de recursos)

CAPITAL INTELECTUAL – um grande ativo.

Depois dos colaboradores é o maior bem das empresas e instituições, pois deste fazem parte o conhecimento agregado com o passar dos anos, a experiência proveniente de todos os fatos já vivenciados, as técnicas, os processos, as estratégias desenvolvidas e catalogadas.

Quanto mais o conhecimento “circular” dentro da Instituição, mais fortalecido estará o seu Capital Intelectual. Alguns conhecimentos são estratégicos e, portanto, poucas pessoas devem ter seu domínio mas, via de regra, boa parte dos conteúdos técnicos e táticos existentes nas Empresas e Instituições devem ser acessíveis a grandes grupos de pessoas.

Senão, como esperar que as pessoas pensem e ajam sistemicamente sem conhecer o todo; sabendo apenas sobre a “sua parte”?

Um conhecimento frequentemente negligenciado é a construção e difusão da cultura organizacional; muitas vezes ele é “de fachada” – especialmente no caso da cultura organizacional, não basta apenas escrevê-la e difundi-la: esta deve ser praticada e reforçada, continuadamente.

A Empresa ou Instituição que não lida adequadamente com estes temas, não vence.

Vitória para todos. Vamos em frente!

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